Cidade e formas de precariedade: habitar como prática ontológica

 



Cidade e formas de precariedade: habitar como prática ontológica

Autores

  • Eduardo Álvarez PedrosianUniversidad de la República
  • Vinícius SpiraUniversidade de São Paulo

DOI: 

https://doi.org/10.22456/1984-1191.136559

Palavras-chave: 

Precariedade, Habitar Urbano, Subjetividade, Territorialidade, Espacialidade

Resumo

Este artigo apresenta um modelo abrangente para analisar os processos de construção e ocupação de espaços urbanos, levando em consideração a presença de dois tipos de precariedade representados pelas favelas e bairros planejados. Por um lado, examina a forma como a cidade é construída internamente, através das práticas imanentes à vida social urbana. Por outro lado, aborda as transformações produzidas por fatores externos, constituídos antes ou além dos âmbitos urbanos por eles afetados. A reflexão busca um equilíbrio entre esses dois polos, evitando dicotomias e destacando a importância de não privilegiar uma modalidade em detrimento da outra. O estudo ressalta a necessidade de reconhecer a heterogeneidade e especificidade de cada contexto urbano, e explora as interações entre diferentes agentes envolvidos na produção de espaços, tempos e subjetividades.


Como Citar

ÁLVAREZ PEDROSIAN, Eduardo; SPIRA, Vinícius. Cidade e formas de precariedade: habitar como prática ontológica. ILUMINURAS, Porto Alegre, v. 25, n. 67, 2024. DOI: 10.22456/1984-1191.136559. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/article/view/136559. 

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