Cidade e formas de precariedade: habitar como prática ontológica
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.136559Palavras-chave:
Precariedade, Habitar Urbano, Subjetividade, Territorialidade, EspacialidadeResumo
Este artigo apresenta um modelo abrangente para analisar os processos de construção e ocupação de espaços urbanos, levando em consideração a presença de dois tipos de precariedade representados pelas favelas e bairros planejados. Por um lado, examina a forma como a cidade é construída internamente, através das práticas imanentes à vida social urbana. Por outro lado, aborda as transformações produzidas por fatores externos, constituídos antes ou além dos âmbitos urbanos por eles afetados. A reflexão busca um equilíbrio entre esses dois polos, evitando dicotomias e destacando a importância de não privilegiar uma modalidade em detrimento da outra. O estudo ressalta a necessidade de reconhecer a heterogeneidade e especificidade de cada contexto urbano, e explora as interações entre diferentes agentes envolvidos na produção de espaços, tempos e subjetividades.




















